Conservar e congelar ervas aromáticas
Cinco formas de ter sempre ervas à mão sem as ver estragar no frigorífico.
Para que serve
- Salsa, coentros, cebolinho, manjericão, tomilho, alecrim, hortelã e orégãos
- Arroz, feijão, carnes, molhos, sopas, legumes e refogados
Nota editorial
- Depois de congeladas, as ervas mantêm-se ótimas para preparações quentes, mas perdem a textura para consumo cru, finalizações frias e decoração.
- As ervas desidratadas têm um perfil de sabor diferente das frescas e servem bem como tempero seco de longa duração.
Passo a passo
- Método 1 — picadas: lavar e higienizar quando necessário, picar as folhas e espalhar para reduzir a humidade (papel de cozinha, frigorífico ou local arejado). Depois, saco de congelação e congelador.
- Secar bem: pressionar levemente com papel de cozinha, sem apertar com força. Quanto menos água, menos blocos de gelo.
- Método 2 — molho inteiro: quando não há tempo para higienizar e picar, congela-se o molho inteiro e retira-se apenas o necessário. Como não foi higienizado, destina-se a preparações que vão ser cozinhadas.
- Método 3 — já picadas: as ervas frescas vendidas higienizadas e picadas podem ir diretamente ao congelador.
- Método 4 — pequena horta em vaso: regar com regularidade, boa luz natural e colher só o necessário.
- Método 5 — desidratar em air fryer, forno ou micro-ondas e guardar em recipientes bem fechados.
Erros comuns
- Congelar ervas quando já começaram a estragar — o congelador não recupera nada.
- Congelar com excesso de humidade.
- Usar ervas congeladas para decorar pratos frios ou saladas.
- Deitar as ervas fora sem sequer considerar congelá-las.